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Mesmo salobra, gestor da Armup assegura que água de Petrolina é apta para consumo

Mesmo salobra, gestor da Armup assegura que água de Petrolina é apta para consumo

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Alvo de uma enxurrada de reclamações em Petrolina, a qualidade da água consumida pela população esteve no centro das discussões na manhã desta quarta-feira (20), numa reunião realizada no Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Além da Promotoria de Justiça, participaram do encontro representantes da Agência Reguladora do Município (Armup), 3ª SR Codevasf, Compesa, Distrito de Irrigação Nilo Coelho (DINC), universidades e IFSertãoPE.

Um dos participantes, o diretor-presidente da Armup, Rubem Franca, assegurou a este Blog que a água pode ser consumida sem problemas para os petrolinenses, mesmo com o teor incontestável de sal oriundo da poluição do Riacho Vitória, que segue para a Estação de Tratamento (ETA). Segundo Franca, os padrões de portabilidade da água definidos pelo Ministério da Saúde (conforme a Portaria 888) levam em conta que o limite aceitável para o consumo humano é de 250 miligramas por litro.

Em Petrolina, esse número está, no momento, em 100 miligramas por litro – portanto, numa margem segura de consumo. O gestor da Armup argumentou, no entanto, que água distribuída pela Compesa (empresa responsável pelo setor na cidade) poderia ter um índice cinco vezes menor de sal. Bastava, para isso, que a captação fosse 50 ou 60 metros para dentro do Rio São Francisco, em vez de deslocar a atual captação do Riacho Vitória. “Mas isso requer estudos e valores”, pontuou.

Franca adiantou que uma nova reunião com todos os agentes públicos já foi marcada para a próxima segunda-feira (25), na qual será discutida especificamente sobre a qualidade da água e as soluções a serem dadas sobre captação feita pela Compesa.

Diarreias

Sobre os vários casos de diarreias em Petrolina supostamente causados pela água salobra, Franca descartou que o problema seja esse. Segundo ele, dados que lhe foram repassados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mostram que os casos estão espalhados em toda a área urbana da cidade. “Se as diarreias fossem registradas só na zona Centro e Leste da cidade, a gente podia atribuir à qualidade da água que vem da ETA 1, e que por conseguinte recebe água do Riacho Vitória. Mas segundo a Secretaria de Saúde, essas diarreias estão espalhadas por toda a malha urbana, inclusive nos projetos irrigados”, concluiu.

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