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Identidade é vetor de entrada mais usado pelo cibercrime

Identidade é vetor de entrada mais usado pelo cibercrime

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A Security Report promoveu uma análise para perfilar os 70 incidentes reportados no Painel de Incidentes de 2024. De acordo com os dados coletados, destaca-se como mais importante que metade (51%) dos ataques que tiveram suas causas divulgadas utilizaram identidades comprometidas como o vetor de entrada.

 

Dado o nível de risco gerado pelas organizações impactadas – 58% dos incidentes atingiram setores governamentais e, destes, 50% tratavam de infraestrutura crítica – o papel que a gestão de identidades deve assumir nas estruturas de Cyber Security tende a ser um dos mais importantes.

 

Isso porque, conforme explica o Country Manager da Tenable, Arthur Capella, a identidade se tornou o novo perímetro da Segurança Cibernética das empresas. Na visão dele, os processos de gestão das identidades se fragmentaram entre diversas formas de entrada do usuário, de sorte que o controle descentralizado leva ao aumento de brechas, sem as melhores práticas de SI implementadas.

 

“Devido a esse cenário, rapidamente a identidade se tornaria uma área de maior foco por parte dos cibercriminosos. Isso porque o objetivo deles é buscar formas mais eficazes e menos custosas em tempo e recursos para forçar um acesso indevido. Por meio de uma credencial comprometida, é possível driblar toda a estrutura de proteção e permanecer no ambiente sem levantar suspeitas, até ser possível agir”, explicou Capella, em entrevista à Security Report.

 

Além disso, Capella explica que esse contexto exige que a empresa entenda a identidade como uma responsabilidade compartilhada entre todos os departamentos. Mesmo que a SI precise manter esses controles consigo, é importante que os times se conscientizem da necessidade dessas proteções, uma vez que elas podem preservar o ambiente interno da companhia.

 

Para isso, os líderes de Segurança da Informação devem transformar sua maneira de se comunicar com os setores corporativos. O executivo comenta que é hora de abandonar os bits e bytes corriqueiros aos times técnicos para abraçar um diálogo mais estratégico, que demonstre aos gestores do negócio como esses controles competem para garantir a continuidade da organização.

 

“Vemos certos cenários, por exemplo, da Segurança deixando o espaço de tecnologia e se aproximando do departamento financeiro, de risco ou mesmo abaixo do próprio CEO. Embora nunca seja fácil vencer a fricção com o usuário, cada vez mais incidentes estão se tornando midiáticos, o que tornou as pessoas mais dispostas a ouvir o que temos a dizer”, comenta.

 

Estabelecer critérios de valorização da identidade como um ativo crítico do negócio também permitirá que as empresas sigam elevando a maturidade cibernética nos próximos meses. “É certo que as identidades seguirão como peça fundamental da SI. Portanto, as empresas precisam estabelecer meios proativos de restringir o acesso a elas, entendendo o seu valor para o negócio e como equilibrá-lo com a proteção deles”, encerra Capella.

 

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