Metade das vítimas de mortes violentas consumiu substância psicoativa
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Estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) mostra que 50,1% das pessoas vítimas de mortes violentas no Brasil consumiram, ao menos, uma substância psicoativa horas antes do óbito.
A pesquisa Investigação do uso de álcool e drogas ilícitas entre vítimas de mortes violentas: estudo de base populacional sobre a relação entre o consumo de substâncias e mortes por causas externas nas cinco regiões do Brasil faz parte do Projeto Tânatos, realizado por meio de convênio entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Universidade de São Paulo (USP).
Das 4.174 amostras de sangue post mortem [depois da morte] coletadas para o estudo, 26,7% deram positivo para cocaína; 26,2% para álcool; 7,2%, para benzodiazepínicos – medicamentos hipnóticos e ansiolíticos; e 1,9%, para cannabis [maconha]. Parte das pessoas estava com mais de um tipo de substância psicoativa no sangue. A coleta foi realizada entre fevereiro de 2022 e maio de 2024.
(Agência Brasil/Foto: CORPO BOMBEIROS MG)
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