Rubem Franca diz que desgaste em reservatório central “é preocupante”
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O diretor-presidente da Agência Reguladora do Município de Petrolina (Armup), Rubem Franca, considerou “muito preocupante” o desgaste na estrutura física do reservatório central da cidade. A denúncia foi feita há cerca de 10 dias pelo ambientalista Victor Flores e ganhou forte repercussão nas redes sociais.
Franca lembra que os moradores são obrigados a deixar as caixas d’água de suas residências devidamente cobertas para evitar poeira, fezes de animais ou outros poluentes. No entanto, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) administra um reservatório de 3 mil metros cúbicos (m³), que atende a 60% da população e que está parcialmente exposto devido ao desgaste do equipamento.
“Desde 2022 a gente está inquerindo a Compesa para que resolva definitivamente a cobertura desse reservatório elevado”, frisou. Em resposta ao diretor-presidente da Armup, a Companhia justificou que estaria elaborando estudos sobre o assunto e deu um prazo de 555 dias para resolver a situação.
Passado esse tempo, Franca solicitou informações sobre esse processo. Porém, o que recebeu foi o pedido de um novo cronograma, agora de mais de 300 dias (entre projeto e obras de recuperação do reservatório). “Fizemos recentemente uma nova solicitação pedindo os elementos comprobatórios desses estudos e ela (Compesa) não nos mandou. Só coube à agência multar por ela não ter nos enviado as informações sobre o processo licitatório e o andamento dos serviços”, pontuou.
Franca lembrou os últimos números do ‘Trata Brasil’, mostrando que Petrolina caiu da posição 33 para a 56 no ranking das 100 maiores cidades do Brasil em relação a saneamento. Segundo ele, esse dado reforça “a falta de investimento” da Compesa no município. “A caixa d’água é um exemplo, a captação da água é outro exemplo, o sistema de esgoto é outro exemplo, a ampliação do sistema de esgoto é outro exemplo e, principalmente, a ampliação do abastecimento d’água na nossa cidade”, concluiu.
Outro lado
Sobre o reservatório central, a Compesa havia informado ao Blog que o projeto para recuperação da cobertura está em fase final. “Os técnicos estão estudando a melhor alternativa para executar as intervenções sem comprometer o abastecimento de água da cidade, mas já se sabe que os serviços serão de alta complexidade”, justificou a empresa.
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