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Ministério Público denuncia três integrantes da Torcida Jovem por ‘atos de terror’ no Recife (PE)

Ministério Público denuncia três integrantes da Torcida Jovem por ‘atos de terror’ no Recife (PE)

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou três integrantes da Torcida Jovem do Leão, pelas confusões realizadas nas ruas da Região Metropolitana do Recife (RMR), no último 1º de fevereiro, antes da realização do Clássico das Multidões do Campeonato Pernambucano.

Considerado como atual presidente da torcida, João Victor Soares da Silva, bem como João Victor Antônio da Silva e Thyago Mendes Barbosa foram denunciados pelos crimes de associação criminosa, desobediência, dano ao patrimônio público, agressões físicas, emprego de artefato explosivo e rixa de grandes proporções.

Todos já tiveram a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). João Victor Soares segue internado em um hospital; João Victo Antônio e Thyago Mendes já foram encaminhados ao sistema prisional.

Denúncias

Conforme a promotoria, os integrantes da Torcida Organizada Jovem do Leão foram os responsáveis por provocar todo o acontecimento.

Ainda segundo a denúncia, feita na última terça-feira (18), João Victor Soares e Thyago Mendes arquitetaram o confronto, sendo fundamentais para a convocação e orientação dos demais componentes.

“Os atos configuram a prática de terrorismo, haja vista que os atos de violência cometidos por esses grupos não são o objetivo principal, mas apenas o meio que eles utilizam para disseminar o pânico, o medo, o terror não só entre eles, mas em toda pessoa que nutra simpatia por algumas das equipes de futebol do Estado e pense em utilizar no dia a dia qualquer simbolo de sua equipe”, iniciou

“Os atos de violência praticados, embora inicialmente pudessem ser vistos como vandalismo ou briga de torcida, agora devem ser analisados sob a ótica da sensação de insegurança generalizada que causam na população e que, na verdade, põem em xeque o próprio poder do Estado, na medida em que revelam sua incapacidade de garantir a ordem, a segurança pública e a paz social”, concluiu a promotoria. (Foto: Redes Sociais).

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